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Lobo responde a terceiro ataque do Diário do Amazonas, em seis dias
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Lobo responde a terceiro ataque do Diário do Amazonas, em seis dias

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Em seis dias, três ataques foram feitos pelo empresário Cyro Anunciação ao secretário de Fazenda do Amazonas (Sefaz), Afonso Lobo, por intermédio dos jornais Diário do Amazonas e Dez Minutos, em tentativas de vincular o titular da pasta a benefícios que teriam sido dados pelo Governo do Estado a empresa da qual Lobo vem afirmando que não tem participação societária.

Nesta segunda, os jornais do grupo Diário afirmam que a empresa ainda recebeu benefícios fiscais mesmo depois de dois meses de Lobo ter assumido a Sefaz.

Como das vezes anteriores, o secretário emite nota à imprensa para esclarecer que a atitude de Cyro seria retaliação e chantagem porque um projeto em que tinha interesse em fazer com o governo não foi aprovado pela Sefaz.

Também como antes, Lobo disse que Cyro manipula a verdade dos fatos e calunia para desinformar os leitores dos seus jornais. O secretário reafirma que a empresa de que é sócio-cotista é de perfumaria, e a que tem contrato com o governo é de medicamentos, na qual não tem nenhuma participação societária.

Confira a nota de Afonso Lobo, distribuída nesta segunda:

“Caluniar para desinformar. Mais uma vez a Rede Diário de Comunicação manipula a verdade

 “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”, Goebbels, Ministro Nazista da Propaganda

Já dissemos em Carta Aberta à Sociedade e em Notas de Repúdio anteriores, de que é dever de quem exerce a função pública estar pronto para prestar conta de seus atos e essa sempre será a minha conduta.

Se mil vezes mentirem, mil vezes responderemos com a Verdade.

Assim, no momento em que volto a sofrer ataques covardes à minha honra pela Rede Diário de Comunicação, como retaliação por eu ter contrariado interesses econômicos do Grupo, respondo diretamente. Não criei, não dei benefícios fiscais à Empresa do qual sou sócio, AO CONTRÁRIO, ao assumir retirei benefícios fiscais que existiam para o setor.

A VERDADE

1 – O benefício fiscal em questão, levianamente abordado na manchete de hoje do jornal Diário do Amazonas, 26 de dezembro, foi instituído em 2005, pelo então governador Eduardo Braga, por intermédio do Decreto 25.135 de agosto daquele ano, e não em 2013 como diz o Diário em sua “matéria”. Ou seja: o benefício fiscal foi implantado sete anos antes de eu tomar posse no cargo que atualmente ocupo, de secretário da Fazenda;

2 – Ao assumir a Sefaz, propus ao governo duas alterações:

2.1 – A primeira foi a mudança na legislação do Decreto de 2005 para que a mesma não atendesse apenas quem realizava operações interestaduais, mas todas as empresas do segmento. Isso se deu por intermédio do Decreto nº 33.083, de 7 de janeiro de 2013, medida muito mais justa com todo segmento. A legislação anterior, do governo Braga, contemplava basicamente os grandes atacadistas;

2.2 – A segunda alteração da legislação na minha gestão como secretário foi restringir a abrangência do Decreto às empresas do comércio de medicamentos, portanto excluindo as empresas de perfumaria, como a que sou sócio cotista desde 2003.

3 – Assim como nos casos anteriores, adotarei as medidas legais cabíveis, porque não me resta outra saída para me defender dessa sórdida campanha difamatória. E me defenderei, sempre, com a verdade.

Manaus, 26 de dezembro de 2016

Afonso Lobo Moraes, Secretário de Estado da Fazenda”

 

Foto: Reprodução/Sefaz

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